Normas para a organização de referências bibliográficas
A Rev SOCERJ adota, para as citações referidas no
texto, o sistema de chamada numérico, isto é, a
utilização de numeração seqüencial, em algarismos
arábicos, em forma de potenciação, por ordem rigorosa de
entrada no texto. Este sistema é utilizado em grande
parte das publicações internacionais indexadas.
Ex: [...] De forma semelhante, em pacientes idosos, com
hipertensão sistólica isolada, a redução da pressão
arterial sistólica (PAS) em 10mmHg e da pressão arterial
diastólica (PAD) em 4mmHg reduz o risco de acidente
vascular encefálico (AVE) e de infarto agudo do
miocárdio (IAM) em 30% e 23%, respectivamente1 [...].
Para a apresentação das citações, organiza-se de forma
padronizada, ao final do trabalho, uma lista que irá
constituir uma seção denominada Referências
bibliográficas ou simplesmente Referências. As
abreviaturas dos nomes das revistas obedecem ao Index
Medicus da U.S.National Library of Medicine (NLM)
disponível no seguinte endereço eletrônico:
<http://www.nlm.nih.gov>
1. Artigos científicos publicados em revistas
• Até 3 autores: citar todos
Vasconcellos DV, Duarte ME, Maia RC. Efeito antitumoral dos bisfosfonatos: uma nova perspectiva terapêutica. Rev Bras Cancerol. 2004;50(1):45-54.
• Mais de 3 autores: citar os 3 primeiros, seguido da expressão et al.
Mattos LA, Sousa AGMR, Chaves A, Feres F, Pinto I, Tanajura L, et al. Influência da pressão de liberação dos stents coronários implantados em pacientes com infarto agudo do miocárdio. Análise pela angiografia coronária quantitativa. Arq Bras Cardiol. 2003;80(3):250-59.
• Se não houver fascículo ou volume ou ambos, ignore-os
Não tem fascículo
Gifford Jr. RW. Management of hypertensive crises. JAMA. 1991;266:829-35.
Não tem volume
Turan I, Wredmark T, Fellander-Tsai L. Arthroscopic ankle arthrodesis in rheumatoid arthritis. Clin Orthop. 1995;(320):110-14.
Não tem nem volume e nem fascículo
Browell DA, Lennard TW. Immunologic status of the cancer patient and the effects of blood transfusion on antitumor responses. Curr Opin Gen Surg. 1993:325-33.
• Quando houver Suplemento ou Parte, indique-os no lugar próprio
Suplemento está no volume
Webber LS, Wattigney WA, Srinivisan SR, et al. Obesity studies in Bogalusa. Am J Med Sci. 1995;310 (Suppl 1):S53-61.
Suplemento está no fascículo
Payne DK, Sullivan MD, Massie MJ. Women´s psychological reactions to breast cancer. Semin Oncol. 1996;23(1 Suppl 2):89-97.
Parte está no volume
Mayland C, Allen KR, Degg TJ, et al. Micronutrient concentrations in patients with malignant disease; effect of the inflammatory response. Ann Clin Biochem. 2004;41(Pt 2):138-41.
Parte está no fascículo
Poole GH, Mills SM. One hundred consecutive cases of flap lacerations of the leg in ageing patients. N Z Med J. 1994;107(986 Pt 1):377-78.
• Separatas
As separatas devem ser transcritas como figuram na publicação.
Brandão ML. Referências bibliográficas e ilustrações: sua organização. Separata de: Arquivos Brasileiros de Cardiologia. Sociedade Brasileira de Cardiologia. 2006;86(1):68-73.
• Grupo de pesquisadores como autor
BARI Investigators. The bypass angioplasty revascularization investigation. Comparison of coronary bypass surgery with angioplasty in patients with multivessel disease. JAMA.1997;277:715-21.
• Instituição / organização como autor
Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro. Diretrizes para a Abordagem das Síndromes Coronarianas Agudas sem Supradesnível de ST. Rev SOCERJ. 2000;13 (Supl B):1-20.
• Autoria desconhecida, inicie pelo título
21st century heart solution may have a sting in the tail. BMJ. 2002;325(7357):184.
• Abstract / Resumo / Editorial
Nakamura S, Muthsamy T, Bae JH, et al. Durable clinical benefit following sirolimus-eluting stent deployment on the outcome of patients with unprotect left main coronary arteries:multicenter registry two years results. [Abstract]. J Am Coll Cardiol. 2005;45(3):54A.
• Artigo no prelo, indique ao final da referência
Leshner AI. Molecular mechanisms of cocaine addiction. N Engl J Med. In press 1997.
Souza Fº O. Cirurgião oncológico, fator de prognóstico no tratamento do câncer. Rev Bras Cancerol. No prelo 2004.
2. Livros e outros trabalhos monográficos.
• Autor (es) pessoal (ais)
Murray PR, Rosenthal KS, Kobayashi GS, et al. Medical microbiology. 4th ed. St. Louis:Mosby; 2002.
• Editor(es), organizador(es), coordenador(es) como autor (es)
Gilstrap LC, Cunningham FG, VanDorsten JP (eds). Operative obstetrics. 25th ed. New York: McGraw-Hill; 2002.
Notas:
1. Se houver mais de um local para uma só editora, indica-se apenas o primeiro;
2. Se houver duas editoras, indicam-se ambas, com seus respectivos locais;
3. A edição do livro deve ser referida na língua da publicação (2nd ed ou 2a ed)
• Instituição / Organização como autor
Sociedade Brasileira de Hipertensão, Sociedade Brasileira de Cardiologia, Sociedade Brasileira de Nefrologia. IV Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial. São Paulo: BG Cultural; 2002.
• Capítulo de livro
Pierri H, Rodrigues GHP. Doença valvar. In: Freitas EV, Py L, Cançado FAX, et al. (orgs). Tratado de geriatria e gerontologia. 2a ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan;
2006:532-39.
• Tese / Dissertação
Brandão AA. Estudo longitudinal de fatores de risco cardiovascular em uma população de jovens [Tese de doutorado]. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro; 2001.
Roussoulières ALS. Insulinemia de jejum e sua relação com a pressão arterial casual e com a avaliada pela monitorização ambulatorial em uma população de adultos [Dissertação de mestrado]. Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro; 1997.
3. Anais / Atas / Proceedings de eventos científicos
• Evento considerado no todo
I Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão; 1992. São Paulo. Livro de Resumos. São Paulo: Sociedade Brasileira de Hipertensão; 1992.
• Trabalhos apresentados em eventos científicos
Magalhães MEC, Pozzan R, Brandão AA, et al. Early blood pressure level as a mark of familial aggregation of metabolic cardiovascular risk factors. The Rio de Janeiro Study. Proceedings of the XIII World Congress of Cardiology; 1998 Apr 26-30;. Rio de Janeiro, Brasil. J Am Coll Cardiol. 1998;31(5 Suppl C):408C.
4. Outras publicações
• Dicionário / Enciclopédia / Catálogo ou similar
Ferreira ABH. Novo Aurélio Século XXI: o dicionário da língua portuguesa. 3a ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira; 1999:1040.
Rey L. Dicionário de termos técnicos de medicina e saúde. 2a ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan; 2003.
• Legislação (leis, medidas provisórias, decretos e similares)
São Paulo (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Diretrizes para a política ambiental do Estado de São Paulo. São Paulo; 1993.
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria nº 3535/GM de 2 setembro 1998. Diário Oficial da União 3 set 1998; seção 1:75-77.
Brasil. Medida provisória nº 1569-9 de 11 dezembro 1997. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. 1997; Seção 1:29514.
• Revistas consideradas no todo
Revista da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: SOCERJ. 2007;20(1). Bimestral.
• Artigo ou matéria de jornal (entrevista, resenha, reportagem e outros)
Marinho A. Imunização pode prevenir alergia a alimentos. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro 30 mar 2003; Seção Jornal da Família;p.3.
• Atlas / Mapas e demais documentos cartográficos
Stary HC. Atlas of atherosclerosis: progression and regression. New York: Parthenon Publishing Group; 1999:89.
Pratt B, Flick P, Vynne C (cartographers). Biodiversity hotspots [Map]. Washington: Conservation International; 2000.
• Material audiovisual (videocassete, DVD, filmes e outros)
Chason KW, Sallustio S. Hospital preparedness for bioterrorism [videocassette]. Secaucus (NJ): network for Continuing Medical Education; 2002.
Sociedade Brasileira de Hipertensão. Departamento de Ligas de Hipertensão Arterial. Hipertensão ou Pressão alta [3 videocassetes]. São Paulo (SP); 2002.
• Documentos iconográficos (transparências, diapositivos, fotografias, gravuras, e outros)
O que acreditar em relação à maconha [31 diapositivos color. + 1 cassete sonoro]. São Paulo (SP): CERAVI 1985.
Kobayashi K. Doença dos xavantes. [1 fotografia color.].1980.
5. Material eletrônico
• CD-ROM
Koogan A, Houaiss A (eds). Enciclopédia e dicionário digital 98. [5 CD-ROM]. São Paulo (SP): Delta; Estadão 1998.
Sites finder: an easy way to find important cardiovascular websites in the internet. Cardiovascular.[1 CD-ROM]. Zurich (Switzerland) 2000.
ESC Congress 2003. Abstracts [1 CD-ROM]. Amsterdam (The Netherlands): Conifer 2003.
• Consultas na Internet
Ministério da Saúde [homepage na Internet]. Secretaria Executiva. Datasus [acesso em maio 2002]. Informações de Saúde. Morbidade e informações epidemiológicas. Disponível em:<http://www.datasus.gov.br>
Sabroza PC. Globalização e saúde: impacto nos perfis epidemiológicos das populações [anais eletrônicos]
In: IV Congresso Brasileiro de Epidemiologia 1998. Rio de Janeiro; Abrasco 1998 [acesso em janeiro 1999]. Disponível em: <http://www.abrasco.com.br/epirio98/>
Foley KM, Gelband H (eds). Improving palliative care for cancer [monograph on the Internet]. Washington: National Academy press; 2001 [cited 2002 Jul 9]. Available from: <http://www.nap.edu/books/0309074029/html>
Ilustrações: como organizar
As ilustrações constituem parte integrante do desenvolvimento do trabalho e desempenham papel significativo na expressão e na síntese de idéias. Elas devem estar localizadas o mais próximo possível da parte do texto onde são citadas, salvo quando, por motivos de dimensão, isto não seja possível. As ilustrações devem ser citadas, no texto, por sua numeração.
Ex: Figura 1, Quadro 5, Tabela 7.
As ilustrações compreendem: as Figuras, as Tabelas e os Quadros.
1. Figuras
• As figuras compreendem as imagens visuais extensivas ao texto, compreendendo os gráficos, as fotografias, os esquemas, os diagramas, entre outros;
• Devem ser limitadas ao indispensável para a melhor comunicação, devendo ser elaboradas de forma auto-explicativa;
• As figuras devem ser numeradas, em algarismos arábicos, seqüencialmente, ao longo do texto,independendo do tipo;
• A identificação deve estar localizada na parte inferior da figura, devendo constar: Figura + número seqüencial + título. O título e a legenda (se houver) devem ser digitados/datilografados em tamanho menor do que aquele usado no texto;
• As figuras devem permitir reprodução gráfica de boa qualidade; se forem enviadas pela Internet, devem estar em um dos seguintes formatos: .jpg / .tif / .eps ;
• Para a reprodução gráfica de qualidade, sugere-se que as imagens geradas a partir de originais opacos sejam escaneadas em resolução de no mínimo 300dpi (pontos por polegada);
• As imagens em cor ou PB (fotos, gráficos, etc) deverão estar em formato .jpg / .tif / .eps e no tamanho mínimo de 14cm x 21cm. A melhor reprodução ocorrerá se os autores entregarem as fotos e os diapositivos no seu original ao diagramador;
• Especial cuidado ao usar formatações especiais de teclado (teclas F1 e F2) pelas alterações encontradas nos diferentes programas. Também não se recomenda a utilização do Power Point ou do Excel para a geração de imagens, pois são arquivos de baixa resolução.
• A publicação de figuras em cores é restrita a situações em que as cores são indispensáveis;
• Trabalhos gráficos (ECG, Holter, teste ergométrico, hemodinâmicos, etc) devem ser copiados em xerox com bom contraste e montados em tamanho reduzido, mas que permitam leitura confortável;
• As figuras não devem ultrapassar, na publicação, a base de 9cm x 12cm;
• As figuras devem ser encaminhadas ao final do trabalho, em folhas à parte, com suas respectivas numerações, obedecendo à ordem de citação no texto, constituindo lista independente; a posição correta das figuras deve ser indicada por meio de uma seta.
Figura 1
Desfecho clínico da amostra segundo falência cardíaca adquirida
FC= falência cardíaca
Fonte: Rev SOCERJ. 2005:18(1).
2. Tabelas
• As tabelas são um elemento demonstrativo de síntese, constituindo uma unidade autônoma; são o registro ordenado dos resultados de cálculos antecipadamente feitos; em geral, apresentam informações tratadas estatisticamente;
• A sua formatação requer a presença de linhas e colunas, porém sem fechamento nas laterais; não há o emprego da moldura para a limitação das laterais;
• As tabelas devem ser numeradas, em algarismos arábicos, seqüencialmente, ao longo da parte textual;
• O título deve ser breve e claro e estar localizado na parte superior da tabela, devendo constar: Tabela + número seqüencial + título. A legenda (se houver) deve estar na parte inferior da tabela. Tanto o título como a legenda devem ser digitados/datilografados em tamanho menor do que aquele usado no texto;
• Para a reprodução gráfica de qualidade, as tabelas deverão se sujeitar às mesmas medidas de geração conforme descritas no item anterior (Figuras). Sugere-se organizar a tabela no Menu Tabela do Editor de texto Word.
• As tabelas devem ser encaminhadas ao final do trabalho, em folha à parte, com suas respectivas numerações, em ordem de citação no texto, constituindo lista independente.
| Tabela 1 |
| Dados clínicos da população amostral |
| Variáveis |
n |
Média ± dp. |
| Idade (anos) |
30 |
69,13 ± 6,09 |
| IMC (kg/m2 ) |
30 |
25,80 ± 2,83 |
| CT (mg/dl) |
30 |
222,73 ± 38,73 |
| LDL (mg/dl) |
30 |
138,50 ± 28,82 |
| HDL (mg/dl) |
30 |
58,60 ± 14,80 |
| TG (mg/dl) |
30 |
127,03 ± 59,90 |
| IMC=índice de massa corpórea; CT= colesterol total; |
| TG=
triglicerídeos; dp.=desvio-padrão |
| Fonte: Rev SOCERJ.
2005:18(1). |
Atenção: as bordas laterais da tabela não existem. Ela é aberta!
3. Quadros
• Os quadros compreendem um tipo especial de ilustração; são utilizados para a apresentação esquemática de informações textuais;
• A sua formatação requer limitação externa por uma moldura, podendo ser utilizadas linhas e/ou colunas;
• Os quadros devem ser numerados, em algarismos arábicos, seqüencialmente, ao longo do texto;
• O título deve estar localizado na parte superior do quadro, devendo constar: Quadro + número seqüencial + título. O título do quadro bem como a sua legenda (se houver) devem ser digitados/datilografados em tamanho menor do que aquele usado no texto;
• Sugere-se que os quadros sejam organizados utilizando-se o Menu Tabela do editor de texto Word.
• Os quadros devem ser encaminhados, ao final do trabalho, em folha à parte com suas respectivas numerações, em ordem de citação no texto, constituindo lista independente.
Quadro 2
Composição do plano alimentar recomendado para a síndrome metabólica
|
Calorias e Macronutrientes |
|
Ingestão
Recomendada |
 |
| Calorias Totais para
reduzir o peso em 5% a 10% e prevenir
recuperação |
| Carboidratos |
|
50%-60% das calorias
totais |
| Fibras |
|
20g - 30g/dia |
| Gordura total |
|
25% - 35% das calorias totais |
| Ácidos graxos saturados (AGS) |
|
<10% das calorias totais |
| Ácidos graxos poliinsaturados (AGPI)
|
|
até 10% das calorias totais |
| Ácidos graxos monoinsaturados (AGMI)
|
|
até 20% das calorias totais |
| Colesterol |
|
< 300mg/dia |
| Proteína |
|
0,8g a 1,0g/kg peso atual/dia ou 15% |
|
Fonte: SBH. 2005. I Diretriz Brasileira de Diagnóstico e
Tratamento da Síndrome Metabólica
|