ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Palestrante internacional traz novos métodos para administrar complicações tardias

A administração das complicações tardias em transplantes de crianças foi a principal contribuição do cirurgião canadense Andrew Redington, na Mesa Redonda sobre transplante cardíaco, uma das últimas atividades do sábado do XXI Congresso Brasileiro de Cardiologia Pediátrica, III Congresso Brasileiro de Cirurgia Cardiovascular Pediátrica e III Fórum de Cardiopatias Congênitas no Adulto, realizado em Salvador, no Hotel Pestana. Para a moderadora da mesa, Estela Azeka, responsável pelos transplantes cardíacos nos Instituto do Coração, Incor, e Secretária Tesoureira da Sociedade Internacional de Transplante Pediátrico, o manuseio das novas drogas no controle das complicações tardias em crianças foi a principal contribuição do Dr. Redington. Pioneiro nos transplantes no Brasil, o Incor, que realiza o procedimento desde 1992, registra 89 transplantes em 86 crianças, segundo a Dra. Azeka, com taxas de sobrevida bastante satisfatórias, em torno de 80% até cinco anos após o transplante e 65% até 10 anos de cirurgia. Ela acredita que essas taxas podem ser elevadas a partir de um melhor manejo das complicações tardias, o maior desafio dos cirurgiões nos transplantes em longo prazo.


Jornalista Responsável - Alan Rodrigues - DRT 1.625/BA

 

Voltar
 

Desenvolvido pela Gerência de Tecnologia da SBC - Todos os Direitos Reservados
© Copyright 2006 | Sociedade Brasileira de Cardiologia |
tecnologia@cardiol.br